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Tudo sobre meio de pagamento e dinheiro.

O Boleto Não Morreu

Esse ano o boleto de cobrança, aquele que vem junto com a cobrança do seu cartão de crédito, escola, plano de saúde, etc. está fazendo 28 anos, ele é um instrumento/meio de pagamento brasileiríssimo criado em 1993 através de ato normativo do Banco Central que especificava uma ordem de cobrança passível de execução judicial, como uma espécie de contrato simplificado onde são determinadas as datas de validade e vencimento, o valor devido, descontos e juros e multas, que podem ser parte de um pagamento parcelado ou não. Até hoje o boleto é um meio de pagamento avançado em comparação com os encontrados em outros países.

Trazendo para os dias de hoje, onde a tecnologia de ponta para mercados financeiros e instituições bancárias está relacionado na adoção do blockchain, não estaríamos errados em dizer que o boleto foi um dos primeiros ou talvez o primeiro contrato inteligente já criado.

A título de comparação do quanto novo o boleto e novo no sistema financeiro brasileiro e o quanto rápido ele evolui, a história do cartão de crédito como conhecemos data de 1968 com a emissão dos primeiros cartões da bandeira Visa no Brasil.

O Boleto e a Internet

A história do boleto se confunde com a da internet no Brasil, 3 anos antes da criação do boleto, em 1990 o Ministério da Ciência e Tecnologia criava o RNP (Rede Nacional de Pesquisas) com o objetivo de implementar o que viria a ser o backbone, a infraestrutura necessária para disseminar a internet no Brasil.

Nessa mesma época (1990) o Brasil vê o nascimento dos primeiros BBSs e por volta de 1992 alguns brasileiros já conseguiam acessar a internet usando as BBSs como intermediárias no acesso aos links que permitiam o acesso a internet de fato.

Em 1995, a internet brasileira já sem a dependência das BBSs e logo após o surgimento dos primeiros provedores de acesso a internet viu o primeiro e-commerce aparecer no Brasil, foi uma livraria 100% virtual chamada booknet. O pagamento pelas compras era feito no momento da entrega do produto (feita em até 72 horas para locais selecionados), com dinheiro ou cheque no ato da entrega.

A partir de 1998 (data de criação do paypal), começa o movimento de integração do boleto como meio de pagamento através de boleto bancário em e-commerces de varejo e de venda de serviços, principalmente relacionadas a serviços de hospedagem e de provedores de acesso a internet.

O Boleto foi o principal meio de pagamento da internet brasileira (em quantidade de operações) durante os primeiros anos dos anos 2000, até que o acesso a cartões de crédito fosse facilitado e passar a ser o principal meio de pagamento da internet e agora estamos vendo um novo ciclo onde as carteiras digitais passaram a ser os principais meios de pagamento da internet brasileira.

O Boleto Não Morre Tão Cedo

O boleto ter pedido relevância como meio de pagamentos via internet, não significa que ele deve desaparecer tão cedo como um dos principais meios de pagamento. Ele ainda possui características únicas por ser uma ordem de pagamento com regras personalizáveis que não tem substituto, com ele você pode:

– Personalizar descontos, juros e multas de acordo com contratos firmados;

– Sendo um recebível, você pode antecipar esse valor em bancos e fundos FIDICs em um processo parecido com a antecipação de pagamentos com cartão de crédito;

– Vender parcelado ou a prazo sem a dependência do cliente possuir o saldo total no crédito rotativo do cartão;

– Realizar cobranças extrajudiciais e judiciais do valor devido;

– Integrar como meio de pagamento em todos os seus canais de venda (e-commerce, loja física, televendas, etc.);

– Usar como meio de pagamento para nichos de negócios com restrição por parte das adquirentes de cartão de crédito (ex. intermediação, apostas esportivas, conteúdo adulto, cobranças, etc.);

– Servir como documento de comprovação da cobrança e pagamento de uma operação comercial para fins legais.

Outros dois pontos importantes são a segurança e o custo, com a evolução da obrigatoriedade de registro do boleto no SBP (Sistema Brasileiro de Pagamentos) você consegue conferir se o pagamento está efetivamente sendo feito para a empresa listada no boleto, isso faz toda a diferença quando o objetivo é evitar fraudes. Já o custo do boleto, por ser fixo, é substancialmente menor para o processamento de pagamentos de valores mais altos em comparação com cartões de crédito e débito e o valor fica disponível para recebedor em até 3 dias úteis, por isso não é incomum você encontrar bons descontos caso opte por realizar o pagamento dessa forma.

Boletos no Opey

Aqui no Opey clientes Pessoa Física e Jurídica podem fazer emissão de boletos. Pessoas Físicas podem emitir boletos de depósito como um meio de depositar reais em espécie ou realizar a transferência de valores de outra conta para a conta Opey .

Para os clientes Pessoa Física os boletos de depósito podem ser emitidos no nosso app e para cliente Pessoa Jurídica no nossp app e no internet banking em “Depositar->Boleto”, basta selecionar o valor, clicar em “Prosseguir”, aguardar a geração e optar por copiar a linha digitável ou o PDF do boleto.

Clientes Pessoa Jurídicas também podem emitir boletos de cobrança através da API de integração da conta de pagamento para integrar ao seu e-commerce, ERP ou até mesmo emissão direto através de uma interface simplificada para envio de outros canais de venda como o teleatendimento. Para a emissão de boletos de cobrança é necessário que você seja um cliente Opey e que peça a liberação do recurso através do e-mail [email protected]

MEI + Maquininha + PIX + Conta de Pagamento + API

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, tudo aquilo que o Brasil produz de riqueza, tem dois protagonistas, o agro responsável por mais de 55% e os chamados MPEs (micro e pequenas empresas), onde também estão inclusos os MEIs (microempreendedores individuais).

As MPEs hoje são responsáveis por quase 30% do PIB, esses dois setores são responsáveis por mais de 75% de toda a riqueza do nosso país e os MEIs correspondem a mais de 57% (11 milhões) de todos os negócios em funcionamento no país atualmente.

Quem São os MEIs?

MEIs ou Microempreendedores Individuais é uma classificação para empresas que passou estar disponível a partir de julho de 2009, com o objetivo de formalizar uma massa de trabalhadores que tinham atividades profissionais com características de iniciativas relacionadas ao empreendedorismo.

O obejtivo era claro, permitir que esses empreendedores pudessem realizar a sua entrada no sistema financeiro de forma formal, permitindo acesso a produtos financeiros, promovendo o recolhimento de impostos e o acesso simplificado direitos e benefícios sociais como o INSS por exemplo.

Um MEI:

– Possui número de CNPJ;
– Emite notas fiscais;
– Possui prioridade e outras vantagens em processos licitatórios de contratação de serviços ou aquisição de produtos para o governo federal, estadual e municipal;
– Acessa produtos bancários e linhas de crédito com taxas reduzidas;
– Possui regime tributário diferenciado (paga menos impostos);
– Possui regime previdenciário próprio.

 Os MEIs estão presentes em todo o país, cerca de 50% deles estão localizados na região sudeste e 20% na região nordeste, 57% são homens e desses, 47% são brancos com média de 42 anos de idade com renda média de R$ 4.400,00. Apenas 31% dos MEIs possui ensino superior completo ou incompleto e 39% possui ensino médio completo, o microempreendedor faz parte da classe média brasileira (base da classe C segundo o IBGE).

Quem Pode Ser MEI?

Para ser MEI você precisa:

– Ser natural do país, ter nacionalidade ou ter visto de permanência;
– Faturar até R$ 81.000,00 por ano (o equivalente a R$ 6.750,00 por mês);
– Não ser titular, sócio ou administrador de outra empresa ou Servidor Público que gere restrição segundo a legislação vigente;
– Possuir no máximo um funcionário;
– Limitar-se a uma das quase 600 atividades econômicas permitidas as previstas no Anexo XI da Resolução CGSN n° 140/2018 – Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional).

ATENÇÂO! A realização de cadastro como MEI pode levar o cancelamento de benefícios como salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio-idoso, aposentadoria por invalidez e outros benefícios de prestação continuada da assistência aocial.

Veja como é rápido se tornar um MEI com esse vídeo feito pelo Sebrae – Paraná.

Os Problemas do MEI

Além da limitação de atividades de atuação o maior problema do MEI são as dificuldades enfrentadas por esse empreendedor, principalmente quando residente em bairros periféricos ao acesso dos serviços bancários necessários a sua atuação profissional.

Com o aumento de fraudes e esquemas de lavagem de dinheiro em volta de MEIs e MEs, principalmente localizadas nessas áreas, diversas instituições passaram a criar políticas de compliance restritivas para a abertura e consumo de serviços bancárias de empresas dentro desses regimes com data de abertura inferior a 6 anos, podendo esse prazo ser ampliado para 12 meses dependendo da área de atuação desse novo negócio.

Essa prática acaba restringindo diretamente o acesso a serviços como contas de pagamento, o que leva a dificuldade de acesso a operações relacionadas a meio de pagamentos como TEDs, Boletos, PIX e máquininhas para o processamento de pagamentos de cartões de débito, crédito e voucher, e outros produtos como acesso a crédito por exemplo.

A Solução Opey

A solução do Opey para esse problema é simples, você faz o processo de abertura de conta do sua MEI aqui, nossa equipe avalia eventuais restrições como condenações relativas a fraude, lavagem de dinheiro e crime contra a economica popular por exemplo, e caso não exitam restrições nós procedemos com a abertura de conta de pagamento e passamos a monitorar o comportamento de acordo com as nosso programa de prevenção a fraude. Aqui o seu negócio é tratado com a atenção que ele merece.

A solução do Opey para esse problema é simples, você faz o processo de abertura de conta do sua MEI aqui, nossa equipe avalia eventuais restrições como condenações relativas a fraude, lavagem de dinheiro e crime contra a economica popular por exemplo, e caso não exitam restrições nós procedemos com a abertura de conta de pagamento e passamos a monitorar o comportamento de acordo com as nosso programa de prevenção a fraude.

Independente de você ter decidido fazer a abertua da sua conta ou não, você pode pedir o credenciamento da sua maquininha aqui, com ela você vai poder aceitar pagamentos com cartões de crédito ou débito de todas as bandeiras importantes (Visa, Master, Elo, Hipercard e Amex).

Você pode compartilhar uma maquininha entre varios credenciados, realizar a cobrança de juros de compras parceladas contra o comprador e programar a antecipação automática ou realizar a antecipação dos pagamentos sob demanda quando precisar.

Com ela você também pode pedir a ativação do recurso de link de pagamento para processar pagamentos através de e-mail, redes sociais e aplicativos de mensagem e do recurso do módulo de e-commerce, para integrar o pagamento com cartões no seu site.

Os clientes Opey tem PIX integrado a conta de pagamento e acesso ao POS PIX, um sistema pensado em facilitar o uso do PIX para o pequenos varejistas, com ele você cobra e verifica o pagamento em tempo real sem precisar pedir para os clientes enviarem o comprovante de transferência e sem a necessidade de conferência da transferência no extrato bancário.

E além de todos esses recursos você ainda pode contar com o acesso a API de integração sem custo adicional. O que você está esperando para abrir a conta da sua empresa?

PIX nos Finais de Semana

Com a adoção cada vez maior do PIX, é cada vez mais comum usar transferências PIX para realizar transferências emergenciais durante a madrugada, friados e principalmente finais de semana. Com o PIX o brasileiro passou a ter a unipresença do acesso ao dinheiro, desde que ele tenha um dispositivo eletrônico com uma conta de pagamento com uma chave PIX e acesso a internet.

Ter a possibilidade de realizar um pagamento fora do expediente bancário é maravilho, mas exige alguns cuidados, cada instituição bancária possui sua própria política de como essas transferências são feitas e compensadas e nem sempre elas são informadas de forma clara para seus clientes.

Algumas políticas adotadas por instituições financeiras são:

  • Alçadas de movimentação menores fora do expediente bancário, principalmente finais de semana;
  • Identificação da compensação na conta de destino, mas impossibilidade parcial ou total de uso de saldo até o próximo dia útil;
  • Identificação da compensação na conta de destino com data no próximo dia útil.

O objetivo dessas políticas é proteger os clientes de fraude ou garantir a reversão parcial ou total da transferência até que a equipe de atendimento e backoffice da instituição esteja em pleno funcionamento.

Imagine a seguinte situação, você e um grupo de amigo(a)s vão a um restaurante e no decorrer do almoço parte dessas pessoas optam por transferir o valor referente ao consumo delas para você via PIX andes de irem embora. Quando é pedida a conta o valor cobrado é alto e o saldo em conta que você possue não é o suficiente caso os valores trasferidos por PIX não possam ser utilizados e você não tem outra forma de realizar o pagamento. Agora, imagine que essas transferências constam no extrato, mas você não pode usar o valor ou não pode usar o valor integral até o próximo dia útil.

Não é exatamente uma situação agradável, certo?

Então, ficam três dicas, consulte a instituição que você usa sobre política de disponibilidade de saldo recebido via PIX nos feriados e finais de semana, normalmente você pode conseguir essa informação com o seu gerente ou através dos diferentes canais de atendimento.

Caso a sua conta principal esteja em uma instituição que possua alguma política de restrição, considere mudar a sua conta principal para outra instituição que faça a liberação pelo menos parcial desses valores ou mantenha uma conta alternativa com algum saldo emergencial ou ainda mantenha uma conta alternativa em uma instituição que disponibilize 100% do saldo mesmo aos feriados e finais de semana.

 Você pode abrir a sua conta de pagamento, com PIX e cartão de crédito internacional pré-pago virtual integrado ao saldo da conta e com acesso completo a API de integração aqui no Opey, independente se a sua conta é PF ou PJ.

PIX no Varejo

Em 10 meses o PIX já é uma realidade nas transferências de pequenos valores, até junho de 2021 96% das chaves PIX criadas, mais de 282 milhões de chaves, são de pessoas físicas e aproximadamente 60% das empresas, quase 12 milhões, já possuem pelo menos uma chave PIX ativa.

Como os números apresentados pelo PIX impactaram outros meios de transferência de crédito, como boleto, TED, transferências entre conta de mesmo banco e operações com cartão de débito e crédito?

Em volumes de operações realizadas, o TED teve uma queda no uso de aproximadamente 10% , empurrando o volume de operações para o compatível com operado no primeiro trimestre de 2020, no entanto os boletos tiveram variação positiva, provavelmente como resultado do movimento de digitalização dos negócios durante o período de pandemia

Apesar dessa variação nos volumes das operações de transferência monetária por TED cresceram atingindo o patamar mensal de 3 trilhões de reais e o no caso do boleto houve a manutenção do patamar de 400 bilhões de reais mensais, então de onde todas essas transferências via PIX vem?

Simples, de microtransações antes inexistentes e da substituição de operações em papel moeda e cartões de débito e crédito por operações usando PIX.

A grande maioria das operações PIX feitas hoje são no modelo P2P, ou seja, entre pessoas físicas, somente 13% dessas operações são feitas de pessoas físicas para pessoas jurídicas, nesse momento o PIX ainda não teve adoção massificada como um meio de pagamento por empresas de comércio e serviços, mesmo que ele já esteja amplamente adotado pelos consumidores brasileiros.

Varejo e Meios de Pagamento

O meio de pagamento sempre foi um ponto sensível de qualquer varejista, seja pela qualidade do serviço, as taxas cobradas, a falta de preparo administrativo para implantar as soluções mais adequadas ou até pela própria limitação imposta a determinados ramos de atuação. Via de regra, o verejista faz uma espécie de peregrinação periódica em busca das melhores condições, fazendo com que alguns possuam  3 ou 4 maquininhas diferentes para aproveitar as melhores condições de cada um delas.

Com o advento do PIX o que se vê são os varegistas adotando “soluções de contorno” para o uso do PIX, por exemplo, uma padaria que colas a chave PIX no caixa e pede que o cliente envie por WhatsApp o comprovante da transferência realizada, outra opção bem comum é o uso do PIX integrado a maquininha, onde o cliente paga uma porcentagem sobre o valor processado em parâmetros próximos ao cobrado em operações com cartão de débito, tendo como vantagem principal um pequeno desconto e a transferência dos valores processados algumas vezes por dia.

Independente da opção escolhida, o resultado é sempre o mesmo, um processo doloroso de consolidação e fechamento de caixa para compatibilizar os pagamentos recebidos com o valor disponibilizado em conta e dependendo da solução escolhida, a dificuldade de identificação do efetivo recebimendo dos valores.

Juntam-se a essas dificuldades o processo de aceleração da digitalização dos varejos brasileiros, onde meios de pagamento tradicionais requerem o uso de gateways especializados ou de autorizações específicas para o processamento de pagamentos em ambiente digital, como é o caso de cartões de crédito e boletos por exemplo. De uma forma geral, esse é um ambiente super agressivo em que o varejo, principalemente o de pequeno porte, sente na pele o custo da implementações dessas soluções, que podem inclusive estarem indisponíveis ou terem condições diferenciadas (como a impossibilidade de realização de antecipação) a determinadas áreas de atuação, dependendo de como a empresa de meio de pagamento entende o risco da operação desse varejo.

Adotando PIX Como Meio de Pagamento

Se a vida do varejista ainda é complicada quando o assunto é PIX como você pode resolver o problema?

1. Você varejista precisa adotar um fluxo de pagamento usando PIX que seja simples, prático e rápido, tanto para o cliente, quanto para o colaborador que está frente de caixa e para o gerente que fará seu fechamento;

2. Você deve escolher por usar uma solução que permite verificar em tempo real a realização do pagamento e esse pagamento deve preferencialmente ser transferido diretamente para a conta bancária do seu negócio;

3. A solução precisa atender o fluxo de vendas realizado no físico e digital, independente do canal selecionado, a implementação nesses canais digitais deve ser descomplicada e você não deve pagar nada a mais por isso;

4. A solução escolhida precisa ser segura, ninguém além dos administradores da empresa devem ter acesso a integralidade das movimentações financeiras nem o acesso a realizar transferências de valores provenientes desses pagamentos.

Atualmente todo correntista Opey pode integrar o PIX como meio de pagamento de duas formas diferentes, a primeira é usando o nosso POS PIX integrado diretamente a sua conta de pagamento, com ele você pode criar múltiplos PDVs (Ponto de Venda) para identificar diferentes caixas ou origens, gerar o QRcode com o valor a ser pago e acompanhar o pagamento em tempo real. A identificação do pagamento normalmente leva até 5 segundos, o dinheiro é depositado diretamente na sua conta Opey e o histórico dos pagamentos recebidos armazena as principais informações que você precisa para fazer seus relatórios gerenciais.

Os Qrcodes gerados através do POS PIX podem ser compartilhados através de redes sociais, e-mail, outros canais digitais ou pode ser integrado diretamente ao seu e-commerce usando a API de integração disponível a todos os clientes do POS PIX.

Outra opção é você usar o recurso PIX diretamente através do app ou do nosso internet banking, ou integrar o recurso do PIX da sua conta de pagamento Opey diretamente no seu sistema, personalizando todo o processo de geração de Qrcode, do acocmpanhamento do recebimento e a criação de relatórios personalizados. Isso é possível através da API de integração da conta de pagamento Opey.

Seja qual for a sua escolha você poderá ter a disposição todos os recursos necessários para a integração eficiente do PIX como meio de pagamento no seu negócio entregando uma ótima experiência para o seu cliente e pagando pouco por isso.

E-mail: [email protected] – Telefone: 0800 591 7132 – CNPJ: 32.943.957/0001-68 – Endereço: Av. Paulista, 2064 – 14° andar – Bela Vista – São Paulo – SP